Setembro Vermelho

Esse mês fiquei devendo muito em conteúdo e posts por aqui. Uma pena pois há muito ainda a relatar. Nesta última Terça do mês, quero deixar apenas a mensagem de votarem de verdade, prestar atenção e cobrar ou ao menos acompanhar o que acontece no nosso governo e o que esses funcionários que contrataremos neste Domingo farão. Como já diz o ditado, quando o gato sai, os ratos fazem a festa, e não preciso dizer quem são os ratos nesta história. Então vamos ficar de olho, e aproveitar o que a TI e a internet trouxe para nós. Toda essa informação e conhecimento tem que servir para alguma coisa.

Não importa se você vai votar no candidato A ou no B, mas sim que você cobre ao menos um serviço bem feito.

Em relação ao Blog, pretendo retomar os posts com conteúdo e histórias o quanto antes, mas infelizmente não estou em condições de prometer que assim farei. Não darei desculpas, nem mesmo promessas, mas saibam que se faz falta a vocês, faz também muita falta para mim.

Um abraço e vamos torcer por mudanças na Terça que vem.

Obrigado pelas considerações e visitas.

Eder.

Intervalo

Boa noite meus queridos leitores. Este é o post número 24, e estou sendo obrigado a fazer um intervalo. Não há nenhuma relação com o número, apenas minha máquina que morreu e o post não foi finalizado. Estou com um brinquedo novo que ainda não pode me ajudar com o blog, mas foi nele que comecei a escrever o post que teríamos hoje. Sugiro que visitem o blog do Diogo, comentarista assíduo do toda terça e um blogger addicted. Diversos posts misturando assuntos técnicos e variedades, sempre com muito conteúdo.

Um abraço e até Terça que vem (dessa vez eu falo sério! rs)

Eder

ps. Se você estiver imaginando de onde escrevi o post, não foi do N900, estou na casa dos meus irmãos. O que nós, autores de blogs, passamos por vocês? Por que estudei ao invés de ganhar dinheiro?

Entrepost

Boa noite pessoal,

peço desculpas já em primeiro lugar, por dois motivos. O primeiro é a necessidade de hoje ser um entrepost. Estava eu pensando no post agora a noite e em vias de escrever sobre pirataria, um assunto que quero escrever há algum tempo e que pesquisando a respeito, possui aspectos muito interessantes. O segundo motivo é sobre o curso. Nas últimas semanas não estou conseguindo focar tanto no blog quanto no curso, deixando um pouco a desejar sendo este e o anterior posts que trazem pouco conteúdo. Isso deve mudar a partir da semana que vem com um brinquedinho novo. :)

A boa notícia é que o material do curso está disponível no github e você pode fazer o download. Sendo o curso um material livre assim como o blog, desde que mencionado os autores, convido você a usar e fazer críticas iniciais, e se quiser poderá participar editando o material do curso, precisando assim fazer o cadastro no github. Lembrando que o curso está sendo pensado para ser com voz e não apenas por listas de e-mail, fórum ou wiki. Por falar em wiki, visite o também o wiki do curso de java.

Outra boa notícia é que minha prima está indo fazer um MBA na França, e adivinha, ela é engenheira e ligada a TI e poderá (assim espero) participar da entrevista da série TI ao redor do mundo. No momento a aguardo junto com a minha mãe para um jantar-despedida do Brasil. Boa sorte Cloux, espero poder visitar você e o baby.

Bom, é isso. Estou indo jantar. Aguardo a participação de vocês no conteúdo do curso, tanto como aluno quanto colaborador.

Um abraço e até terça que vem.

Eder.

q

Voto com segurança

Terção, cervejão, ressacão… quase que isso vira um entrepost, mas hoje é dia da independência do Brasil então preciso escrever, porém um mini post com jeito de entrepost.

Meu irmão me perguntou esses dias se era possível mudar os resultados da urna. Respondi que qualquer eletrônico pode ser violado, sendo ele urna ou não, e a adulteração dos resultados poderia ser feita na própria urna ou mesmo na contagem. A divulgação aqui é bem simples, porém assustadora. O quanto votar no brasil é confiável e seguro? Sempre acreditei que fosse seguro votar no Brasil, que pudéssemos nos gabar dizendo que estávamos na frente de países como Estados Unidos, até olhar algumas outras evidências de fontes mais confiáveis. Lendo o blog do Silvio Meira, vi que é pior do que imaginava. No blog o Silvio comenta sobre auditoria dos votos e nos leva a vários outros posts, e também comenta sobre as urnas frágeis da Índia e do Brasil. Acabei chegando ao site http://www.votoseguro.org/, de um comitê independente formado por pessoas entendidas do assunto, que elaboraram um relatório dizendo os pontos que devem ser levados em consideração e que vale muito a visita.

É ruim descobrir que uma mentira contada várias vezes pode virar uma verdade (“a urna é segura”). É triste saber que a urna brasileira foi estudada em 50 países e rejeitada em todos eles por não permitir uma auditoria. Como diz a máxima de segurança em TI, um sistema é tão seguro quanto o seu elo mais fraco, e acho que o elo mais fraco do sistema de votos são os próprios eleitores que não tem controle algum sobre o que acontece com seu voto, ou seja, nós mesmos.

Que nossa independência possa um dia ser completa.

Um abraço e até terça que vem.

Eder

Lições que o blog ensina

Uma nota importante

Faaala galera, animados para o início do curso? Eu estou. Preciso explicar que apesar da urgência, semana passada pude me dedicar muito pouco ao andamento do curso, e quando mexia, estava enfrentando problemas em disponibilizar o material no GitHub, que consegui sanar hoje e tudo vai estar ser colocado lá. Se quiser acompanhar o andamento, pode me seguir ou adicionar os feeds do meu repositório. Preciso esclarecer também que tomei uma decisão estratégica em modular o curso em pequenas partes, com uma duração de meia hora, e desta forma ninguém precisa sacrificar o próprio tempo. Só peço que aguardem mais alguns dias e participem se possível, é tudo nosso! Obrigado pelo apoio e confiança depositados até o momento.

Review

O post de hoje é o vigésimo primeiro (contando os entreposts), e quero dizer que fui surpreendido com os benefícios que o blog trouxe para mim. Desde que comecei a escrever, tenho ficado mais satisfeito com o meu comportamento profissional e pessoal. Escrever um blog traz um auto conhecimento que não esperava, e fornece uma motivação surpreendente, pelo menos no meu caso. Não sei se é pelo teor do blog ou pelo simples fato de escrever, mas mexeu muito com o meu dia a dia. É algo que te força a fazer algo útil sempre.

A origem

No começo, a ideia foi simplesmente escrever para incrementar o currículo, pois queria uma visibilidade profissional maior. Como era solicitado por uma empresa que eu também tinha interesse, então pensei no nome, escrevi e publiquei. Mal sabia no que estava me metendo. Fiz um contrato com todos que passam por aqui por deixar o nome um tanto sugestivo. Confesso que apesar de ter facilidade em escrever, só isso não basta. E mais, isso não significa que é fácil escrever. Conforme os posts são publicados, recebo críticas e sugestões, que passam a fazer parte de uma preparação para os próximos posts. Como a intenção é sempre melhorar, a dedicação, o compromisso e o assunto escolhido são cada vez mais exigidos, gerando uma troca benéfica no fim das contas, apesar do esforço.

As visitas e as lições do blog

Mensalmente, o blog tem recebido em média 400 visitas, o que considero um bom número, já que a divulgação é muito precária e o conteúdo disponibilizado aqui é de TI e pra quem é da área de TI, mas não são assuntos técnicos. A ideia inicial era ter conteúdo técnico, mas o rumo foi bem diferente. Tenho que confessar que apesar dos posts de planejamento, o que aconteceu aqui foi puro impulso que deu certo graças aos feedbacks. E foi algo que aprendi com o blog, uma ideia é sempre uma ideia, e não vai a lugar nenhum se não a colocarmos em prática. Particularmente, as ideias borbulham na minha mente, mas nem sempre elas saem do papel.

Outro fato no blog é que descobri que as pessoas nem sempre estão interessadas no conhecimento, ou em participar de assuntos que eu estou, mas que muitas estão interessadas em saber como funciona a contratação PJ x CLT x CLT Flex. O post mais acessado do toda terça, no momento que escrevo, é o post que fala sobre os tipos de contratação. Nesta última semana, este post passou em número de visitas a página inicial, e tem praticamente um terço de todas as visitas do blog. Impressionante, pois achei que a busca pelo conhecimento fosse ao menos equivalente a saber como funcionam as formas de contratação. Agora um dado assutador para empresários, muitos que chegam ao post de contratação estavam pesquisando algo em relação a processar o empregador. Espertinhos não?

Também tive uma idéia que achei (e ainda acho) incrível, que foi de entrevistar pessoas que trabalham com TI fora do Brasil, para comentar um pouco da experiência, o que foi feito, expectativas e tal, e descobri que o que acho que vai ser legal para um montão de gente nem sempre é tão legal assim. Esses são posts que ficam com menos acesso. Talvez uma reformulada na propaganda resolva, mas só o tempo dirá. Trazendo isso ao mundo real, talvez as ideias que temos pareçam boas, ou mesmo visionárias, mas nem todos irão apreciar. Ou as vezes sejam boas demais a ponto de tornarem-se perigosas rs.

O retorno das pessoas também é muito legal. Devo confessar (ta parecendo um confessionário já) que estou devendo muitas respostas nos comentários, e que isso não me faz sentir bem. Aprecio muito cada comentário, e motiva muito quem escreve, sendo bom ou ruim. E visitar os outros blogs também é algo que fiquei afastado nestas últimas semanas. O tempo é pequeno em relação ao que me comprometo a fazer, o que tem como consequencia escolher sobre o que é possível fazer e ao que dar um pouco mais de prioridade. Aguardem que os comentários aparecerão. Mas muito obrigado, de coração, por quem passa lendo o blog deixando ou não comentários, você não é apenas um número e sim parte da motivação, e essa é uma lição que estou aprendendo, motivar e ser motivado, ou vice-versa.

Aprendizado

Aprendo muito escrevendo, pois alguns assuntos que não conheço profundamente me forçam a estudar e ir atrás de artigos e estudos, e foi o que aconteceu trazendo uma nova e viável perspectiva para mim que foi o caso de projetos open source, e disso nasceu projetos como a tradução do livro e do curso de Java dos quais tenho muito orgulho e que os que acompanham o blog devem estar cansados de saber disso, hehe.

Obrigado

Fica aqui meu muito obrigado a todos. Aconselho que você tenha um blog sim, e coloque o que quer que seja, mas tenha prazer em fazer isso, fica muito melhor. Acredito que o retorno é único para cada um, mas prepare-se, estaria mentindo se dissesse que é fácil. Dá trabalho, mas compensa.

Espero que tenham gostado e fiquem motivados a arriscar em um blog.

Comentem, questionem, bloguem.

Um abraço e até Terça que vem.

Eder.

Melhorando sempre em TI: Convocação de alunos voluntários para Curso de Java

Feedback

Boa noite pessoal, gostei muito dos feedbacks da semana passada. Ainda estou devendo muitas respostas nos comentários (não só do post anterior). A medida que respoder mais, eu aviso nos posts. Ainda sobre o post da semana passada, quero dizer que gosto do que faço e do local que estou. Trabalho para o governo, o que de certa forma trabalho para mim mesmo e outros milhões de contribuintes, e isso também me traz satisfação. Poderia estar envolvido diretamente com o desenvolvimento dos sistemas, e seria legal se fosse para o governo onde eu pudesse ver ou saber do retorno. Comentando um caso, desenvolvi um sistema para um banco onde por ano eram economizados milhões após a implantação do sistema. Ganhei um parabéns do banco e uma demissão da consultoria. A demissão foi algo que já devo ter comentado por aqui em posts anteriores, em relação a corte de custos. Se não comentei, devo escrever um post em breve sobre o assunto. A questão é que além de fazer o que eu gosto, também quero fazer algo que traga algum retorno para mim, mesmo que não seja financeiro.

Socorro

O assunto de hoje é que venho pedir ajuda pra você leitor. Semana passada comentei sobre os testes que estou fazendo, e acabei de voltar da empresa. Tenho uma deficiência em algo que acredito que a maioria das pessoas de informática tem, a comunicação bem desenvolvida para passar conhecimentos ou explicar de maneira clara conceitos ou tecnologias, que também pode ser considerarado deficiência didática. Não tenho problemas em aprender, mas ensinar é algo pontual para mim. O paradoxo é que eu gosto de ensinar, tenho paciência, conhecimento, etc, mas falta a bendita da didática. Pessoas próximas também me sinto mais a vontade, mas mesmo assim tenho muito o que aprender e praticar sobre dar aulas.

Então tive a idéia, aprimorar o quanto antes esta parte pois ainda estou cotado a ser um dos tutores da empresa. Estou disposto a ensinar Java e um pouco de orientação a objetos (ou vice-versa) para todos que estiverem a fim de aprender e me ensinar também. Uma relação que aprendi com um professor de análise de sistemas, a relação ganha-ganha. Eu ensino e você aprende. Você me dá diversas dicas e me ajuda a melhorar. Assim todos ganhamos. Pessoal, é sério. Pode ser individual, grupal, presencial ou virtual. Pra ontem.
A única forma que não posso fazer é ensinar por escrito ou chat. Isso é muito mais fácil para mim.

Então tive a idéia, aprimorar o quanto antes esta parte pois ainda estou cotado a ser um dos tutores da empresa. Estou disposto a ensinar Java e um pouco de orientação a objetos (ou vice-versa) para todos que estiverem a fim de aprender e me ensinar também. Uma relação que aprendi com um professor de análise de sistemas, a relação ganha-ganha. Eu ensino e você aprende. Você me dá diversas dicas e me ajuda a melhorar. Assim todos ganhamos. Pessoal, é sério. Pode ser individual, grupal, presencial ou virtual. Pra ontem. A única forma que não posso fazer é ensinar por escrito ou chat. Isso é muito mais fácil para mim e preciso ensinar falando e não escrevendo.

A aula teste

Vou contar um pouco da experiência hoje. A empresa atua somente com software livre, e o conteúdo do curso e provavelmente a apostila, serão licenciados pela licença Creative Commons, onde é preservada a autoria do material e o material pode ser distribuído e reutilizado, o que acho muito bom. É uma empresa que me identifiquei devido ao meu envolvimento com software livre como falado em outros posts, um assunto que tem me atraído muito, e por isso tenho esse interesse adicional em participar como colaborador da empresa. Cheguei com o material que tenho preparado, e foi me pedido para falar sobre visibilidade em Java. Segui a orientação da empresa para criar um laboratório prático, e identificar o que seria necessário para que o aluno tivesse conhecimento para entender e desenvolver o laboratório. Também não tenho tanta experiência em criar materiais de estudo, mas achei uma idéia muito boa, indo do fim para o começo. Bom, apresentação e laboratório prontos, checado os tópicos, e é chegada a hora de dar a aula.

Na aula, meus alunos eram dois dos que me entrevistaram da primeira vez e outro sócio da empresa. Expliquei a situação de todos os tópicos que criei, que havia feito todo o caminho dos outros assuntos para explicar o objetivo principal que era a visibilidade, mas decidiram por eu explicar somente a visibilidade. Estava muito nervoso pois eram pessoas estranhas e não me senti a vontade. Comecei a aula mas fui interrompido por um aluno perguntando se estava explicando algo ou se já tinha começado a aula. Menos um ponto. rs. Depois disso, avançando os slides, fui interrompido novamente: “Você gosta de Java? Por que não parece.” Essa doeu na alma. Sou tão ruim assim? Expliquei que gostava muito, e só ai que comecei a relaxar um pouco mais. Fui avançando nos assuntos, respondendo perguntas técnicas, recebendo feedbacks muito bons que doeram sim, mas eu sempre tive consciência desta minha dificuldade então considero todas as críticas como construtivas. Bom, sufoco a parte, no fim um dos sócios perguntou sobre o que eu lia, se o material tinha sido criado por mim, e que gostou do material, mas que falta didática. E finalmente, o feedback mais positivo da noite foi que ele disse que eu fui o mais preparado, preparei um material e tal, e que seria uma pessoa que seria legal ajudar a ganhar essa didática. Ponto positivo. Acho que o saldo ficou 0.5, pois ainda podem apostar em mim. E sugeriram que eu desse mais uma aula para um veredito final com o criador do curso participando, depois de alguns retoques com um instrutor com bastante prática que eles recomendaram. Aceitei o desafio, mas não preciso ficar preso somente a este instrutor, e é aí que você me ajuda. :D

Falei que queria ter dado o curso a algumas pessoas, o que infelizmente não foi possível para ter feedbacks. Se você não conhece nada ou um pouco vai ser um prazer ajudar, se você conhece, aproveite para corrigir e me testar, vai ser muito bom ser ajudado. Me mande um e-mail ou comente para que façamos esta troca de conhecimentos.

Enfim

Essa é a mensagem e o pedido de socorro desta terça.

Se você participar, será ótimo e estaremos em contato durante a semana.
Se não puder por qualquer motivo, não tem problema, terça que vem tem mais. Tenho a intenção de continuar a lecionar, mesmo que a empresa que estou realizando as entrevistas não dê certo. Então oportunidades futuras não faltarão.

Um abraço e até terça que vem.

Eder.

Experiências profissionais e o equilíbrio pessoal em TI

Boa noite galera,

hoje vou mudar um pouco de assunto e falar sobre outro assunto recorrente no toda terça relacionado ao trabalho de TI. Preciso comentar sobre um trabalho como instrutor de Java ao qual estou fazendo alguns testes e entrevistas. Não darei detalhes pois além de não ser necessário, o processo não está certo e prefiro não citar nomes ou empresas como já é de costume nos posts. Na entrevista que fiz, participaram três pessoas onde basicamente duas analisavam e a outra perguntava e investigava sobre meus conhecimentos de Java e vida profissional. Não trabalho com Java há algum tempo. Meu último grande projeto foi congelado no final de 2008, e de lá pra cá tempo acompanhado a linguagem e evolução, e namorando o que acontece com ela. Também sempre procurei de alguma forma ensinar, mas não tive uma oportunidade fixa. Ensinar não é fácil e sei muito bem disso, mas é algo que realmente gosto de fazer. Ensinar e aprender são atividades que me sinto realizado. Voltando a entrevista, o entrevistador após analisar e perguntar bastante, e eu recorrendo a memórias secundárias algumas vezes para buscar as melhores respostas, disse uma frase que ficou na minha cabeça: “Olha, você quando fala do que faz hoje, diz que é tranquilo e eu entendo isso, só que quando fala de Java, arquitetura, ou algo assim, você se sai muito melhor. Acho que você está trabalhando com algo errado”. A entrevista seguiu, tive que dar explicações como se fossem aulas sem preparo nenhum, o que normalmente não faço, e finalmente depois de uma hora, a entrevista terminou.

Você já se sentiu estando no lugar errado? Eu já, muitas vezes. Estou muito satisfeito com o que faço, com o local de trabalho que estou, com a qualidade de vida e retorno financeiro que o trabalho que estou me dá. Assim como tudo, existem sim seus defeitos, não dá pra negar. Sinto como se pudesse fazer muito mais, e que apesar do meu trabalho estar sempre em dia e eu esteja pronto para qualquer atividade, tenho muito conhecimento e pouca aplicação. Isso me faz pensar. Então resolvi procurar entender o por que de certas decisões e a situação atual.

Quando comecei a trabalhar com TI, entrei na área de desenvolvimento. É, sempre foi e provavelmente sempre será minha área preferida em TI. Quando entrei para o curso técnico meu objetivo era criar jogos e viver ganhando com a venda deles. Existem diferenças entre a área de desenvolvimento e a área de infra-estrutura, pelo menos essas diferenças eu percebi em minha carreira profissional. No começo, eu era estagiário e tinha horário de entrada e saída, e depois que virei funcionário também o tinha, até que virei consultor. Como consultor e calouro de faculdade, minha vida virou do avesso. Nunca tive problemas em trabalhar, sempre gostei, só que eu trabalhava de segunda a segunda, e frequentava a faculdade. Até que chegou uma hora em que a faculdade não era tão importante assim (na verdade, ainda acho que aprendemos pouco na faculdade do que realmente precisamos, ou que somos requisitados no dia a dia), e tranquei a faculdade. Ou seja, só trabalhava. As vezes dava tempo de eu visitar meus pais, mas não era sempre. rs. Bom, passei algum tempo assim, até que decidi voltar a fazer a faculdade. Na época havia dois problemas, horário maluco de trabalho e bares nas proximidades da faculdade (muito tentadores por sinal). Resolvi então entrar em uma faculdade com pouquíssimos hábitos boêmios. Isso já iria ajudar bastante. Entrei na faculdade, mas o trabalho ainda exigia horas extras (o que ainda acho que um pouco de planejamento de alguns resolveria muita coisa). Nessa época estava muito estressado e no meio do primeiro ano da faculdade, pedi as contas no serviço. Eu estava há cinco anos sem férias, não via a família, tinha perdido a namorada, quando meus amigos me viam, quase que tomavam um susto, os estudos na faculdade daquele jeito a única coisa que ia bem era o trabalho. Foram três meses mais ou menos que resolvi correr atrás de tudo que tinha deixado de lado, e que tenho que admitir que acho que foi a coisa mais sensata que fiz até aquele momento.

Bom, nesses 3 meses consegui pensar melhor na minha vida, e voltei a procurar emprego. Recomecei em uma empresa pequena, e ainda assim tive que fazer horas extras, mas já era mais tranquilo. Trabalhei com arquitetura e aprendi bastante, e também consegui frequentar minhas aulas na faculdade. Apesar de ter que fazer horas extras, foram bem mais lights e estava gostando, até que a equipe inteira foi embora e ficou só eu. O projeto era Java com PHP, e foi uma experiência legal. Depois que o entregamos, mexi um pouco em um sistema de comunicação batch em Java com mainframe, e logo saí. Isso não é muito legal, hehe. E fui trabalhar para o governo pela primeira vez. Lá já não tinha hora extra, mas refiz o mesmo projeto umas 6 vezes pois demorava para receber as novas especificações e pra não ficar parado, ficava melhorando o projeto. No governo, não fiz horas extras, o que era novo pra mim. Fui chamado para outra empresa no ramo de telefonia para fazer análise, e fui pois era algo interessante e teria mais trabalho. Depois de um mês, cortaram mais de 50 consultores, e adivinha? Fui junto. Mas não fazia horas extras, e comecei a gostar disso. Então, na época pela mesma consultoria fui prestar serviço para uma empresa do ramo têxtil. A empresa era (e é) grande, mas eu fazia da análise a implantação em produção, o que é algo que todos deveriam fazer para conhecer o processo. Gostei muito de lá, mas mais uma vez, me ofereceram um cargo que queria que era de arquitetura. Não tive como não aceitar, pois era o que queria. E como nem tudo acontece como a gente quer, na época a arquitetura estava sendo toda passada a outra empresa, e acabei ficando só com o legado. Não era ruim pois ainda existiam acertos nos componentes, não haviam horas extras, mas estava morrendo, e tive de decidir.

Nessa época, tive que pensar e ver se iria atrás do desenvolvimento, mesmo sabendo que teria uma vida mais corrida que tudo, ou se continuava em algo pessoalmente seguro. E foi quando eu caí para área que estou hoje, na administração de servidores Java EE. Pesei algumas coisas, e no final meus objetivos maiores foram finalizar os estudos e poder ter finais de semana mais normais, e assim segui até o final da faculdade. O salário também era bom, e ainda é. Depois de finalizada a faculdade, fiquei trabalhando com desenvolvimento no que foi meu último grande projeto, o que foi congelado e citado no início do post. A entrevista realmente me faz pensar novamente em meus objetivos e em minha carreira profissional.

Ainda há muito o que contar nesta história, há muito a ser vivido. Mas vejo na experiência de ser instrutor um alimento saudável para minha alma. Uma forma de resgatar e doar um pouco do que sei a muitos, e espalhar o conhecimento. Semana que vem conto sobre o que foi acertado.

E você, qual a sua experiência?

Um abraço e até terça que vem.

Eder.

p.s. Pessoal, estou respondendo aos comentários na medida do possível, e se quiser verificar os anteriores já respondi a metade pelo menos.

Entrepost

Motivação

Bendita a hora que coloquei o entrepost, hehehe. Bom, por motivos de força maior, esta semana não teremos um post completo do toda terça. Como tradição do entrepost, estou indicando aqui o site/blog do Alexandre Porcelli. O Porcelli foi um dos palestrantes do Javali e acredito que tenha sido do FISL 11 também. Ele não falou de um software ou tecnologia específica, mas de suas participações nos projetos. Uma palestra muito legal.

E aqui o link do site/blog do Porcelli. Está em inglês, mas a palestra dele da pra ver em português (ele é brasileiro) no link do post anterior, que leva aos vídeos do Javali.

Um abraço e até terça que vem.

Eder

Participando de projetos de software livre

Boa noite,

consegui que os ultimos 3 posts saissem próximos das 20h, o que infelizmente não ocorreu com este. My bad. Como disse no post anterior, passei no exame de ITIL v3 com 95%, errando duas questões. Foi muito legal e agradeço a todos que me parabenizaram. Só lembrando que sucesso ou bons resultados são reflexo do que já aconteceu, e devemos sempre buscar melhorar sempre.

Software Livre

Semana passada participei do evento Javali, onde foram apresentadas palestras envolvendo software livre e a plataforma Java. As palestras foram as mesmas apresentadas no FISL em Porto Alegre, o que foi inviável para eu ir, e acabei ficando com a boca livre, claro. O evento foi grátis e aconteceu no instituto de matemática e estatística da USP. A maioria esmagadora eram estudantes, e senti falta dos conhecidos que sempre encontrei nos eventos de Java. Vamos aparecer galera. Além das palestras, tivemos um palestrante internacional, vários brindes e pizzas, muitas pizzas grátis. Eu fiquei com 3 canetas da Oracle e um bloquinho de anotações, e ainda participei como voluntário na palestra internacional.

Desde que escrevi o post sobre software livre, fiquei muito entusiasmado ao conseguir fazer parte do time de traduções do livro Produzindo Software Open Source, e já traduzi um capítulo e estou terminando outro que faltavam apenas alguns parágrafos. Sei que muitos que programam ou irão programar devem utilizar direta ou indiretamente software livre, porém algo que foi dito nas palestras e que tenho que concordar somente por experiência própria (não fui atrás de estudos), foi que o Brasil usa muito software livre, mas contribui ou desenvolve muito pouco.

Qual a vantagem para a empresa?

Então resolvi escrever aqui por que pode ser interessante produzir ou contribuir software open source. Imagine por exemplo uma loja de ferramentas. Como toda loja, ela tem funcionários, estoque, compras, etc, e precisa de um sistema para ficar mais competitiva no mercado. Acontece que esta loja não pode pagar por uma solução de empresas como Colibri, e já cansou de pedir ao sobrinho, mestre da informática, melhorias no software ou site. Cada melhoria vem como adicional diversas piorias. O dono da loja também não pode se dar ao luxo de ter uma área de informática ou mesmo terceirizar equipes, pois o custo seria alto demais. Como ele faria então para que o sobrinho pudesse ajudá-lo, mas que a qualidade e melhorias para no software continuem acontecendo?

Antes que você pare de ler

Antes de continuar, é preciso dizer que software livre não é solução para todos os problemas, e dá trabalho assim como qualquer outro projeto, e as vezes até mais.

O outro lado

Vamos a outro ponto agora. Ainda no ramo de ferramentas, imagine que a Leroy Merlin e a C&C também utilizem sistemas, e estão tendo gastos absurdos em seu desenvolvimento, gastos que dobram pois cada uma paga a uma empresa para produzir seu software. Se considerar a quantidade de lojas de ferramentas, o gasto que se tem deve ser suficiente para me sustentar com muitas regalias pro resto da vida. rs.

Se a loja pequena se unir a diversas outras lojas, solicitando que se faça um sistema que deva atender suas necessidades, e solicitar que este software seja um software livre, além de economizar, poderá usufruir de melhorias que a comunidade venha a desenvolver. Uma vez que grandes lojas como Leroy Merlin ou C&C resolvam aderir ao programa, poderiam pagar programadores em tempo integral para evoluir o projeto, sempre devolvendo melhorias a comunidade. Desta forma, corta-se e/ou divide-se os custos, obtém-se um código melhor pois nenhum programador vai querer expor um trabalho mal feito ou mal documentado, e todos usufruem.

Claro que isso não ocorre de uma hora pra outra, e que ainda assim o software poderia ser vendido e os custos continuarem para algumas empresas, é algo que é possível ser realizado. Daria um livro para escrever todos os benefícios e planejamentos estratégicos em cima das vantagens e pormenores do desenvolvimento de projetos open source, porém indico por enquanto apenas o livro que venho traduzindo.

Como ajudar?

Se você programa em Java, provavelmente já usou Hibernate ou Spring ou alguma de suas heranças. Os dois projetos foram incorporados a própria liguagem com nomes próprios de API, e estes projetos foram criados fora da empresa “dona” do Java. A pergunta é, já teve problemas com algum destes frameworks? Por que então não criar um patch para correção, e enviar para aprovação? Se o software já te ajudou a entregar seu projeto, por que não ajudar o software? E mesmo que não tenha tido problemas, todos os softwares livres possuem um issue tracker, ou seja, um registro de todos os erros. Tudo que precisa ser feito é escolher um e corrigir.

Como dito nas palestras, é preciso participar de fóruns, comunidades, irc, wikis, etc. Blog também ajuda. Foi comentado nas palestras sobre o github, uma rede social de programadores onde existem diversos repositórios de software livre. É um bom ponto para começar.

Mas não sei programar

Além da programação, é possível ajudar com tutoriais, documentação, testes de código, web sites, tradução, ou qualquer outro tipo de ajuda que você possa imaginar ou sugerir. A liberdade se aplica também no que fazer. No livro que estou traduzindo, também mexi em algumas páginas do site, e é legal ver a velocidade com que os resultados aparecem.

Custos vs. Benefícios

Bom, como já sabem, dá pra baixar de graça o software livre, mas isso não quer dizer que saiu de graça desenvolve-lo. Se faz suas alterações de casa, os custos sairão do seu bolso caso não tenha patrocinador. Porém vale a pena pelo crescimento pessoal e profissional.

Conclusão

Apesar de não cobrir todos os aspectos pois ainda há uma série de questões, como ética na comunidade ou método XP que evoluiu para ágil por exemplo, que precisam ser estudados como maior profundidade, o post de hoje foi uma chamada para que vocês participem no desenvolvimento do software livre. Sempre tem projetos que buscam voluntários e é possível achar vantagens para todos, empresário, usuário ou programador.

Clique aqui se quiser ver os videos do evento Javali. Eu apareço no último vídeo, no tempo 1:23:20.
A rede social do GitHub você encontra aqui e meu perfil aqui.
Se quiser participar da tradução como tradutor ou revisor, acesse o livro.

Fico por aqui.

Um abraço e até terça que vem.

Eder

Alinhando TI ao negócio – ITIL v3

Fala pessoal,

como passaram a semana? Eu consegui fugir um pouco de São Paulo e ver a praia, caso raro.

Assunto do dia

Bom, a questão hoje é bem simples: como alinhar TI com o negócio? A resposta também é tranquila, o difícil é encontrar departamentos que a sigam, ou que acreditem. A idéia surgiu devido a uma imersão de 2 dias e meio de conteúdo, meio dia de simulado e prova de certificação no final, e com direito a saber na véspera que teria o curso. Que fique claro que não estou reclamando, apenas comentando sobre o imediatismo de hoje em dia, tudo para ontem.

Bom, a questão hoje é bem simples: como alinhar TI com o negócio? A resposta também é tranquila, o difícil é encontrar departamentos que a sigam, ou que acreditem. A idéia surgiu devido a uma imersão de 2 dias e meio de conteúdo, meio dia de simulado e prova de certificação no final, e com direito a saber na véspera que teria o curso. Que fique claro que não estou reclamando, apenas comentando sobre o imediatismo de hoje em dia, tudo para ontem.

O curso

Sem querer fazer propagandas, mas o curso foi excelente na minha opinião pois aprendi bastante e pude fazer associações mentais com o dia a dia. Eu conhecia mais do ITIL na versão 2.0, e que em minha opinião cobria mais a área de infraestrutura de TI, o que não é pouca coisa, mas ainda via uma grande distância entre a tecnologia e quem a usa, contrata ou precisa. Já na versão atual da ITIL, 3.0, há uma melhor separação entre o que ela se propõe, que é uma forma de fornecer serviços que agreguem valor a quem se utiliza da tecnologia. Para isto, foi alinhado no ITIL diversos conceitos estudados em administração e marketing, ou seja, conceitos que estão sendo amadurecidos há muito tempo.

Não sou expert em administração ou marketing, mas desde sempre sei que eles comandam empresas e são os que regem os mercados e que nos faz trabalhar para ganhar dinheiro e gastar com o trabalho ou produto de outras empresas, em um loop recursivo e infinito. Todos são depentendentes e de certa forma se beneficiam disso.

O funcionamento área de TI

TI é uma área relativamente nova, criada para automatizar processos manuais no início, e que muitos ainda desconsideram TI do corpo estratégico da empresa. A ITIL traz justamente o conceito empresarial para a área de TI e em contrapartida, direcionar o pessoal de tecnologia a pensar em TI como um “comércio”, que oferece serviços para o restante da empresa ou mesmo para outras empresas, tendo que de uma certa forma entender como o cliente enxerga TI e qual a importância da visão de negócio do cliente. Você já deve ter ouvido que informática só dá gastos, e parte disso é culpa da história, e a outra parte nossa culpa, por não saber traduzir TI para o cliente. Claro que a ITIL não vai fazer mágica, e simplesmente tirar a certificação não é suficiente para que as coisas melhorem. É preciso investimento financeiro e profissional para que faça diferença, e para uma empresa mais tradicional, o investimento em tempo e adaptações é maior. Mas a ITIL ajuda muito pois ela fornece melhores práticas de se fazer TI. Com certeza você já usa padrões que foram adotados pelo ITIL, só que com nomes diferentes ou formas diferentes. Achei muito boa a frase de um instrutor ITIL que disse que “em ITIL nada deve, tudo pode”, ou seja, você usa o que você tem, melhora e adapta para servir melhor aos seus clientes, participando mais do negócio.

O decorrer do curso

O curso foi baseado no ciclo de vida de um serviço oferecido. É preciso entender que um serviço considerado em ITIL é algo que agregue valor ao cliente e não um serviço executado em um servidor. Um exemplo é o e-mail que é um serviço em que se pode discutir sobre os projetos, fazer negócios, etc, ou seja, é importante do ponto de vista do negócio da empresa. Se o serviço parar, a empresa pode perder além de dinheiro, clientes ou a boa reputação, e se ele se mantém em um bom nível, a empresa pode ganhar clientes, dinheiro e reputação, em uma maneira simples de se pensar. Entendendo o serviço, passamos ao ciclo de vida.

Estratégia de serviço e desenho de serviço

O ITIL possui em seu ciclo de vida 5 livros que documentam cada etapa: Estratégia de serviço, desenho de serviço, transição de serviço, operação de serviço e melhoria continuada de serviço. Na estratégia, alinhando com as outras áreas estratégicas, são pensados e definidos quais os serviços que TI oferece, sempre lembrando do valor. Já em desenho de serviço que particularmente considero a parte mais importante, o serviço é planejado, muito planejado mesmo. Tudo é pensado, desde o serviço em si e seus relacionamentos, até formas de medição dos resultados do serviço tanto para o cliente quanto para TI em si. Cabe aqui a frase para este 2o. livro lembrada pela instrutora do provérbio chinês: “se quiser derrubar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado”, ou seja, para um serviço bom e bem feito, planeje o máximo que puder.

Transição de serviço e operação de serviço

Após todo o planejamento, são gerados então uma série de documentos acumulados em um PDS (Pacote de Desenho de Serviço). Estes documentos são usados como base nos 3o. e 4o. livros. Na transição de serviço são criados, testados, modificados, e liberados os serviços, onde realmente ele sai do papel e cria forma baseado no planejamento, em conjunto com o 4o. livro, onde em minha opinião era um dos principais focos da versão 2.0, onde o serviço é mantido vivo e funcionando baseado no controle de incidentes, atendimento de requisições, gerenciamento de problemas, etc. Todos os operações são gerenciadas e monitoradas por uma central de serviços, que possui um bom entendimento de todas as áreas e as pessoas que trabalham na central de serviços possuem uma boa relação interpessoal para poder lidar com os clientes e fazer a tradução TI-Cliente e vice-versa.

Melhoria continuada de serviço

Já no último livro, o nome fala por ele: melhoria continuada de serviço. Neste livro, o negócio da empresa é compreendido, analisado no presente, imaginado no futuro, em como concretizar o futuro, e chegando lá, se foi realmente melhorado, voltando novamente ao início. Importante lembrar que este processo pode acontecer em paralelo nos outros ciclos de vida, e também pode gerar demanda a qualquer outra etapa do ciclo de vida.

Conclusão

A ITIL em minha opinião deve alinhar TI ao negócio, uma vez que além do ciclo de vida, ele prega a transparência e controle total de TI, onde é possível enxergar o serviço como algo que faz diferença ao negócio, e coloca TI mais próximo da estratégia. Não mencionei, mas para implementação do ITIL e sua boa saúde, é imprescindível e apoio e participação das pessoas que estão a frente da empresa, e o ITIL informa isso em cada etapa do ciclo de vida. Traz para TI uma forma mais padronizada de se trabalhar, e a adoção de ITIL é muito mais benéfica para todos.

Observações

A ITIL ou o ITIL não interessa muito, por isso foram usados os generos masculinos e femininos.

O post não tem nenhuma relação com a ITIL em si ou empresas ligadas e trata-se de uma visão e opinião pessoal.

Agradecimentos

Bom, é isso que queria compartilhar hoje. Além do curso, estudava em casa entre um dia e outro, e o assunto simplesmente não saiu da minha cabeça. Também fiz a prova de certificação, o que não sei a pontuação e nem sei se passei (tenho certeza que sim, :p) porque a prova foi no papel e enviada para o Canadá para correção. Terça que vem comento do resultado.

O Toda Terça teve seu número de acessos aumentado neste mês, superando todas as expectativas. Obrigado a todos pelas contribuições.

Caso eu tenha postado alguma informação incorreta, me corrijam por favor. Os comentários também são muito apreciados.

Um abraço e até Terça que vem.

Eder

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